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Arte que transforma: Amigurumis ajudam na ressocialização dentro de unidade prisional

Artesanato e arteterapia caminham juntos na construção de novas oportunidades de reintegração social no sistema prisional paulista

31/03/2026
Foto ilustrativa

Reeducando produz bonecos amigurumis

Ver mais fotos >

Caio Daniel - CEPRNOROESTE

Um reeducando da Penitenciária “Orlando Brando Filinto” em Iaras, encontrou no artesanato uma forma de aprendizado, terapia e esperança. Ele se dedica à produção de amigurumis — técnica japonesa de crochê que consiste na criação de pequenos bonecos feitos à mão, conhecidos pelo visual delicado e lúdico.

O interesse surgiu após aprender a confeccionar gorros e bonés. Desde então, a atividade passou a integrar sua rotina como prática educativa e hobby, estimulando concentração, disciplina e o desenvolvimento de habilidades manuais. Os bonecos são produzidos para coleção e, também, doados aos filhos de outros privados de liberdade, levando afeto por meio do trabalho artesanal.

Entre as peças confeccionadas estão personagens inspirados em desenhos animados, filmes, séries e cantores nacionais, todos produzidos de forma totalmente artesanal. A iniciativa está alinhada aos princípios da arteterapia, que utiliza a expressão artística como ferramenta de autoconhecimento e equilíbrio emocional, contribuindo para a construção de novas perspectivas de vida.

Para o Chefe de Departamento do estabelecimento prisional, Luiz Augusto Fusco, a atividade é fundamental para o desenvolvimento pessoal e terapêutico do reeducando, preparando-o para o retorno ao convívio social com mais autonomia e senso de responsabilidade. A ação integra as iniciativas de ressocialização promovidas pela Polícia Penal do Estado de São Paulo, que buscam oferecer oportunidades reais de transformação e reintegração à sociedade.

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Arte que transforma: Amigurumis ajudam na ressocialização dentro de unidade prisional

Artesanato e arteterapia caminham juntos na construção de novas oportunidades de reintegração social no sistema prisional paulista

31/03/2026
Foto ilustrativa

Reeducando produz bonecos amigurumis

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Caio Daniel - CEPRNOROESTE

Um reeducando da Penitenciária “Orlando Brando Filinto” em Iaras, encontrou no artesanato uma forma de aprendizado, terapia e esperança. Ele se dedica à produção de amigurumis — técnica japonesa de crochê que consiste na criação de pequenos bonecos feitos à mão, conhecidos pelo visual delicado e lúdico.

O interesse surgiu após aprender a confeccionar gorros e bonés. Desde então, a atividade passou a integrar sua rotina como prática educativa e hobby, estimulando concentração, disciplina e o desenvolvimento de habilidades manuais. Os bonecos são produzidos para coleção e, também, doados aos filhos de outros privados de liberdade, levando afeto por meio do trabalho artesanal.

Entre as peças confeccionadas estão personagens inspirados em desenhos animados, filmes, séries e cantores nacionais, todos produzidos de forma totalmente artesanal. A iniciativa está alinhada aos princípios da arteterapia, que utiliza a expressão artística como ferramenta de autoconhecimento e equilíbrio emocional, contribuindo para a construção de novas perspectivas de vida.

Para o Chefe de Departamento do estabelecimento prisional, Luiz Augusto Fusco, a atividade é fundamental para o desenvolvimento pessoal e terapêutico do reeducando, preparando-o para o retorno ao convívio social com mais autonomia e senso de responsabilidade. A ação integra as iniciativas de ressocialização promovidas pela Polícia Penal do Estado de São Paulo, que buscam oferecer oportunidades reais de transformação e reintegração à sociedade.

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Arte que transforma: Amigurumis ajudam na ressocialização dentro de unidade prisional

Artesanato e arteterapia caminham juntos na construção de novas oportunidades de reintegração social no sistema prisional paulista

31/03/2026
Foto ilustrativa

Reeducando produz bonecos amigurumis

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Um reeducando da Penitenciária “Orlando Brando Filinto” em Iaras, encontrou no artesanato uma forma de aprendizado, terapia e esperança. Ele se dedica à produção de amigurumis — técnica japonesa de crochê que consiste na criação de pequenos bonecos feitos à mão, conhecidos pelo visual delicado e lúdico.

O interesse surgiu após aprender a confeccionar gorros e bonés. Desde então, a atividade passou a integrar sua rotina como prática educativa e hobby, estimulando concentração, disciplina e o desenvolvimento de habilidades manuais. Os bonecos são produzidos para coleção e, também, doados aos filhos de outros privados de liberdade, levando afeto por meio do trabalho artesanal.

Entre as peças confeccionadas estão personagens inspirados em desenhos animados, filmes, séries e cantores nacionais, todos produzidos de forma totalmente artesanal. A iniciativa está alinhada aos princípios da arteterapia, que utiliza a expressão artística como ferramenta de autoconhecimento e equilíbrio emocional, contribuindo para a construção de novas perspectivas de vida.

Para o Chefe de Departamento do estabelecimento prisional, Luiz Augusto Fusco, a atividade é fundamental para o desenvolvimento pessoal e terapêutico do reeducando, preparando-o para o retorno ao convívio social com mais autonomia e senso de responsabilidade. A ação integra as iniciativas de ressocialização promovidas pela Polícia Penal do Estado de São Paulo, que buscam oferecer oportunidades reais de transformação e reintegração à sociedade.

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