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Treinamento integrado fortalece atuação das células e grupos de intervenções rápidas

Atividade tática reuniu equipes para aperfeiçoamento de procedimentos operacionais e resposta a situações adversas no ambiente prisional

17/04/2026
Foto ilustrativa

Grupamento em formação para o treinamento

Ver mais fotos >

Samuel Bruni - Polícia Penal 

Policiais Penais participaram de um treinamento voltado ao aprimoramento das técnicas operacionais das Células de Intervenção Rápida (CIR.) e do Grupo de Intervenções Rápidas (GIR), com ênfase na integração entre os grupamentos e na preparação para atuação em situações adversas no ambiente prisional.

A capacitação contou com a participação de operacionais de diversos estabelecimentos penais, entre eles o Complexo Penal de Sorocaba, o Complexo Penal de Capela do Alto, a Penitenciária de Votorantim, a Penitenciária de Iperó e o Centro de Progressão Penitenciária (CPP) de Porto Feliz, reforçando a integração regional entre as equipes.

O treinamento teve como objetivo alinhar os procedimentos aos padrões táticos estabelecidos na Norma Geral de Ação (NGA), bem como ampliar a capacidade de atuação dos Policiais Penais em diferentes funções nas operações de intervenção e controle.

Durante o treinamento, foram desenvolvidas atividades práticas envolvendo formações táticas com a utilização de escudos, bem como exercícios de simulação de incursão em pavilhão. As simulações reproduziram cenários operacionais, tais como tomada de pavilhão, contenção e acompanhamento de pessoas privadas de liberdade, possibilitando aos Policiais Penais a aplicação de protocolos de segurança em situações análogas à realidade do ambiente prisional.

Outro aspecto abordado foi a verbalização e o uso progressivo da força, procedimentos fundamentais para assegurar uma atuação proporcional e tecnicamente adequada durante intervenções. Os participantes também receberam instruções quanto ao manuseio da espingarda calibre 12, técnicas relacionadas ao lançamento de granada de efeito moral, técnicas de imobilização, algemação e condução por meio de instrumentos de menor potencial ofensivo, reforçando procedimentos que garantem segurança tanto para os servidores quanto para as pessoas privadas de liberdade.

Para a Polícia Penal, a capacitação busca fortalecer a atuação integrada entre os grupamentos especializados, preparando os Policiais Penais para atendimentos emergenciais em suas unidades. A iniciativa reforça a missão das Células e dos Grupos de Intervenções Rápidas, cuja finalidade é atuar em ocorrências críticas e apoiar os estabelecimentos penais em situações que demandem pronta resposta operacional.

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Treinamento integrado fortalece atuação das células e grupos de intervenções rápidas

Atividade tática reuniu equipes para aperfeiçoamento de procedimentos operacionais e resposta a situações adversas no ambiente prisional

17/04/2026
Foto ilustrativa

Grupamento em formação para o treinamento

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Samuel Bruni - Polícia Penal 

Policiais Penais participaram de um treinamento voltado ao aprimoramento das técnicas operacionais das Células de Intervenção Rápida (CIR.) e do Grupo de Intervenções Rápidas (GIR), com ênfase na integração entre os grupamentos e na preparação para atuação em situações adversas no ambiente prisional.

A capacitação contou com a participação de operacionais de diversos estabelecimentos penais, entre eles o Complexo Penal de Sorocaba, o Complexo Penal de Capela do Alto, a Penitenciária de Votorantim, a Penitenciária de Iperó e o Centro de Progressão Penitenciária (CPP) de Porto Feliz, reforçando a integração regional entre as equipes.

O treinamento teve como objetivo alinhar os procedimentos aos padrões táticos estabelecidos na Norma Geral de Ação (NGA), bem como ampliar a capacidade de atuação dos Policiais Penais em diferentes funções nas operações de intervenção e controle.

Durante o treinamento, foram desenvolvidas atividades práticas envolvendo formações táticas com a utilização de escudos, bem como exercícios de simulação de incursão em pavilhão. As simulações reproduziram cenários operacionais, tais como tomada de pavilhão, contenção e acompanhamento de pessoas privadas de liberdade, possibilitando aos Policiais Penais a aplicação de protocolos de segurança em situações análogas à realidade do ambiente prisional.

Outro aspecto abordado foi a verbalização e o uso progressivo da força, procedimentos fundamentais para assegurar uma atuação proporcional e tecnicamente adequada durante intervenções. Os participantes também receberam instruções quanto ao manuseio da espingarda calibre 12, técnicas relacionadas ao lançamento de granada de efeito moral, técnicas de imobilização, algemação e condução por meio de instrumentos de menor potencial ofensivo, reforçando procedimentos que garantem segurança tanto para os servidores quanto para as pessoas privadas de liberdade.

Para a Polícia Penal, a capacitação busca fortalecer a atuação integrada entre os grupamentos especializados, preparando os Policiais Penais para atendimentos emergenciais em suas unidades. A iniciativa reforça a missão das Células e dos Grupos de Intervenções Rápidas, cuja finalidade é atuar em ocorrências críticas e apoiar os estabelecimentos penais em situações que demandem pronta resposta operacional.

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Treinamento integrado fortalece atuação das células e grupos de intervenções rápidas

Atividade tática reuniu equipes para aperfeiçoamento de procedimentos operacionais e resposta a situações adversas no ambiente prisional

17/04/2026
Foto ilustrativa

Grupamento em formação para o treinamento

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Samuel Bruni - Polícia Penal 

Policiais Penais participaram de um treinamento voltado ao aprimoramento das técnicas operacionais das Células de Intervenção Rápida (CIR.) e do Grupo de Intervenções Rápidas (GIR), com ênfase na integração entre os grupamentos e na preparação para atuação em situações adversas no ambiente prisional.

A capacitação contou com a participação de operacionais de diversos estabelecimentos penais, entre eles o Complexo Penal de Sorocaba, o Complexo Penal de Capela do Alto, a Penitenciária de Votorantim, a Penitenciária de Iperó e o Centro de Progressão Penitenciária (CPP) de Porto Feliz, reforçando a integração regional entre as equipes.

O treinamento teve como objetivo alinhar os procedimentos aos padrões táticos estabelecidos na Norma Geral de Ação (NGA), bem como ampliar a capacidade de atuação dos Policiais Penais em diferentes funções nas operações de intervenção e controle.

Durante o treinamento, foram desenvolvidas atividades práticas envolvendo formações táticas com a utilização de escudos, bem como exercícios de simulação de incursão em pavilhão. As simulações reproduziram cenários operacionais, tais como tomada de pavilhão, contenção e acompanhamento de pessoas privadas de liberdade, possibilitando aos Policiais Penais a aplicação de protocolos de segurança em situações análogas à realidade do ambiente prisional.

Outro aspecto abordado foi a verbalização e o uso progressivo da força, procedimentos fundamentais para assegurar uma atuação proporcional e tecnicamente adequada durante intervenções. Os participantes também receberam instruções quanto ao manuseio da espingarda calibre 12, técnicas relacionadas ao lançamento de granada de efeito moral, técnicas de imobilização, algemação e condução por meio de instrumentos de menor potencial ofensivo, reforçando procedimentos que garantem segurança tanto para os servidores quanto para as pessoas privadas de liberdade.

Para a Polícia Penal, a capacitação busca fortalecer a atuação integrada entre os grupamentos especializados, preparando os Policiais Penais para atendimentos emergenciais em suas unidades. A iniciativa reforça a missão das Células e dos Grupos de Intervenções Rápidas, cuja finalidade é atuar em ocorrências críticas e apoiar os estabelecimentos penais em situações que demandem pronta resposta operacional.

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