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Projeto Soul Feminina é implantado na Penitenciária Masculina de Tupi Paulista

Iniciativa é focada no enfrentamento à violência contra as mulheres 

01/09/2025
Foto ilustrativa

Projeto Soul Feminina foi implantado na Penitenciária Masculina de Tupi Paulista

Vivaine Henriques - CEPROESTE

A comunicação não violeta foi tema de uma atividade com foco na reeducação durante o 3º encontro do Grupo Reflexivo, aplicado a reeducandos condenados por feminicídio na Penitenciária "Vanderlei Tartari Monteiro", do Complexo Penal de Tupi Paulista.

A ação faz parte do Projeto “Projeto Soul Feminina”, implantado pela juíza da Comarca de Adamantina, Ruth Duarte Menegatti, que também foi adotado na Penitenciária Feminina de Tupi Paulista e no Centro de Detenção Provisória I do Complexo Penal II de Pacaembu.

O encontro aconteceu na segunda fase do projeto, no mês de agosto, aniversário da sanção da Lei Maria da Penha e da 29ª Edição da Campanha do Conselho Nacional de Justiça, na “Semana da Justiça pela Paz em Casa”, com a participação do Tribunal de Justiça de São Paulo.

O Projeto “Grupos Reflexivos – Soul Feminina, no eixo “Trabalho com Homens”, é voltado aos presos condenados por violência doméstica, pelo delito de feminicídio, com propósito de ampliar o enfrentamento à violência doméstica, em conformidade com os ditames da Lei Maria da Penha (Lei 11.340/2006), que preconiza a adoção de medidas preventivas e educativas.

A metodologia é fundamentada no “Roteiro Único de Trabalho Humanizado”, que trata da reeducação por meio da comunicação não violenta, empatia e reflexão crítica. As atividades são conduzidas por equipe multidisciplinar, com emissão de certificado ao final da participação.

São programados quatro encontros reflexivos, com abordagem pedagógica e psicossocial, estruturados nos eixos: conscientização sobre violência de gênero e construção da masculinidade; gestão de emoções e sentimentos na resolução de conflitos; promoção da mudança de comportamento e construção de rede de apoio: além do autoconhecimento e da ressignificação da identidade masculina.

O Projeto Soul Feminina é um dos concorrentes a finalista da 22ª edição do Prêmio Innovare, na categoria Juiz, com as atividades aplicadas na Clínica Pai Nosso Lar e Penitenciária Feminina de Tupi Paulista.

 

Projeto trata da reeducação por meio da comunicação não violenta, empatia e reflexão crítica

As atividades com privados de liberdade são conduzidas por equipe multidisciplinar

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Projeto Soul Feminina é implantado na Penitenciária Masculina de Tupi Paulista

Iniciativa é focada no enfrentamento à violência contra as mulheres 

01/09/2025
Foto ilustrativa

Projeto Soul Feminina foi implantado na Penitenciária Masculina de Tupi Paulista

Vivaine Henriques - CEPROESTE

A comunicação não violeta foi tema de uma atividade com foco na reeducação durante o 3º encontro do Grupo Reflexivo, aplicado a reeducandos condenados por feminicídio na Penitenciária "Vanderlei Tartari Monteiro", do Complexo Penal de Tupi Paulista.

A ação faz parte do Projeto “Projeto Soul Feminina”, implantado pela juíza da Comarca de Adamantina, Ruth Duarte Menegatti, que também foi adotado na Penitenciária Feminina de Tupi Paulista e no Centro de Detenção Provisória I do Complexo Penal II de Pacaembu.

O encontro aconteceu na segunda fase do projeto, no mês de agosto, aniversário da sanção da Lei Maria da Penha e da 29ª Edição da Campanha do Conselho Nacional de Justiça, na “Semana da Justiça pela Paz em Casa”, com a participação do Tribunal de Justiça de São Paulo.

O Projeto “Grupos Reflexivos – Soul Feminina, no eixo “Trabalho com Homens”, é voltado aos presos condenados por violência doméstica, pelo delito de feminicídio, com propósito de ampliar o enfrentamento à violência doméstica, em conformidade com os ditames da Lei Maria da Penha (Lei 11.340/2006), que preconiza a adoção de medidas preventivas e educativas.

A metodologia é fundamentada no “Roteiro Único de Trabalho Humanizado”, que trata da reeducação por meio da comunicação não violenta, empatia e reflexão crítica. As atividades são conduzidas por equipe multidisciplinar, com emissão de certificado ao final da participação.

São programados quatro encontros reflexivos, com abordagem pedagógica e psicossocial, estruturados nos eixos: conscientização sobre violência de gênero e construção da masculinidade; gestão de emoções e sentimentos na resolução de conflitos; promoção da mudança de comportamento e construção de rede de apoio: além do autoconhecimento e da ressignificação da identidade masculina.

O Projeto Soul Feminina é um dos concorrentes a finalista da 22ª edição do Prêmio Innovare, na categoria Juiz, com as atividades aplicadas na Clínica Pai Nosso Lar e Penitenciária Feminina de Tupi Paulista.

 

Projeto trata da reeducação por meio da comunicação não violenta, empatia e reflexão crítica

As atividades com privados de liberdade são conduzidas por equipe multidisciplinar

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Projeto Soul Feminina é implantado na Penitenciária Masculina de Tupi Paulista

Iniciativa é focada no enfrentamento à violência contra as mulheres 

01/09/2025
Foto ilustrativa

Projeto Soul Feminina foi implantado na Penitenciária Masculina de Tupi Paulista

Vivaine Henriques - CEPROESTE

A comunicação não violeta foi tema de uma atividade com foco na reeducação durante o 3º encontro do Grupo Reflexivo, aplicado a reeducandos condenados por feminicídio na Penitenciária "Vanderlei Tartari Monteiro", do Complexo Penal de Tupi Paulista.

A ação faz parte do Projeto “Projeto Soul Feminina”, implantado pela juíza da Comarca de Adamantina, Ruth Duarte Menegatti, que também foi adotado na Penitenciária Feminina de Tupi Paulista e no Centro de Detenção Provisória I do Complexo Penal II de Pacaembu.

O encontro aconteceu na segunda fase do projeto, no mês de agosto, aniversário da sanção da Lei Maria da Penha e da 29ª Edição da Campanha do Conselho Nacional de Justiça, na “Semana da Justiça pela Paz em Casa”, com a participação do Tribunal de Justiça de São Paulo.

O Projeto “Grupos Reflexivos – Soul Feminina, no eixo “Trabalho com Homens”, é voltado aos presos condenados por violência doméstica, pelo delito de feminicídio, com propósito de ampliar o enfrentamento à violência doméstica, em conformidade com os ditames da Lei Maria da Penha (Lei 11.340/2006), que preconiza a adoção de medidas preventivas e educativas.

A metodologia é fundamentada no “Roteiro Único de Trabalho Humanizado”, que trata da reeducação por meio da comunicação não violenta, empatia e reflexão crítica. As atividades são conduzidas por equipe multidisciplinar, com emissão de certificado ao final da participação.

São programados quatro encontros reflexivos, com abordagem pedagógica e psicossocial, estruturados nos eixos: conscientização sobre violência de gênero e construção da masculinidade; gestão de emoções e sentimentos na resolução de conflitos; promoção da mudança de comportamento e construção de rede de apoio: além do autoconhecimento e da ressignificação da identidade masculina.

O Projeto Soul Feminina é um dos concorrentes a finalista da 22ª edição do Prêmio Innovare, na categoria Juiz, com as atividades aplicadas na Clínica Pai Nosso Lar e Penitenciária Feminina de Tupi Paulista.

 

Projeto trata da reeducação por meio da comunicação não violenta, empatia e reflexão crítica

As atividades com privados de liberdade são conduzidas por equipe multidisciplinar

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