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Penitenciária de Iperó integra, com mão de obra de reeducandos, projeto reconhecido na COP 30

O estabelecimento penal, em parceria com a Funap, produz 200 sacolas semanais para o Projeto Saco Verde

06/01/2026
Foto ilustrativa

Parceria leva Saco Verde ao sistema prisional

Samuel Bruni - CEPRCENTRAL

A participação da Penitenciária de Iperó no Projeto Saco Verde tem se consolidado como um dos exemplos mais significativos de inclusão produtiva de pessoas privadas de liberdade no Estado de São Paulo. Por meio de parceria com o Instituto Federal de São Paulo (IFSP) – Campus Boituva – e a Funap, reeducandos da unidade passaram a integrar a linha de produção das sacolas confeccionadas a partir de banners descartados, destinadas à separação e incentivo à coleta de recicláveis.

A iniciativa, que atualmente resulta na produção de 200 unidades semanais, demonstra o potencial ressocializador do trabalho prisional, ao mesmo tempo em que contribui diretamente para a economia circular e para práticas sustentáveis já reconhecidas internacionalmente.

Embora o Projeto Saco Verde seja desenvolvido pelo IFSP e tenha obtido destaque na COP 30, o ponto central para o sistema prisional paulista é que pessoas privadas de liberdade estão participando ativamente de um projeto que alcançou reconhecimento global. Esse protagonismo dos reeducandos reforça o papel do sistema penitenciário como agente de transformação social, ampliando oportunidades de capacitação e trabalho digno.

Criado como programa de extensão do IFSP, o Saco Verde reutiliza lonas publicitárias para confeccionar sacolas destinadas ao armazenamento de materiais recicláveis. A estrutura do projeto envolve parcerias com a Prefeitura de Boituva, a Cooperativa Coopera Boituva e órgãos de fomento como o CNPq (Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico), além do desenvolvimento de aplicativos que otimizam rotas de coleta e monitoramento.

Com sua expansão para o sistema penitenciário, o modelo – que inicialmente capacitava costureiras e artesãs – passou a alcançar novos públicos e ambientes, consolidando-se como referência em inclusão produtiva. A experiência na Penitenciária de Iperó demonstra que soluções socioambientais podem ser potencializadas quando incorporam a mão de obra carcerária, possibilitando ao reeducando participar de ações de impacto social positivo.

O reconhecimento alcançado na COP 30 reforça a importância dessa participação: trata-se de privados de liberdade contribuindo para um projeto de notoriedade internacional, fortalecendo políticas públicas de gestão ambiental, ressocialização e desenvolvimento socioeconômico.

 

Saco Verde é apresentado na COP 30 e cresce em SP 

IFSP amplia Saco Verde com produção em Iperó

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Penitenciária de Iperó integra, com mão de obra de reeducandos, projeto reconhecido na COP 30

O estabelecimento penal, em parceria com a Funap, produz 200 sacolas semanais para o Projeto Saco Verde

06/01/2026
Foto ilustrativa

Parceria leva Saco Verde ao sistema prisional

Samuel Bruni - CEPRCENTRAL

A participação da Penitenciária de Iperó no Projeto Saco Verde tem se consolidado como um dos exemplos mais significativos de inclusão produtiva de pessoas privadas de liberdade no Estado de São Paulo. Por meio de parceria com o Instituto Federal de São Paulo (IFSP) – Campus Boituva – e a Funap, reeducandos da unidade passaram a integrar a linha de produção das sacolas confeccionadas a partir de banners descartados, destinadas à separação e incentivo à coleta de recicláveis.

A iniciativa, que atualmente resulta na produção de 200 unidades semanais, demonstra o potencial ressocializador do trabalho prisional, ao mesmo tempo em que contribui diretamente para a economia circular e para práticas sustentáveis já reconhecidas internacionalmente.

Embora o Projeto Saco Verde seja desenvolvido pelo IFSP e tenha obtido destaque na COP 30, o ponto central para o sistema prisional paulista é que pessoas privadas de liberdade estão participando ativamente de um projeto que alcançou reconhecimento global. Esse protagonismo dos reeducandos reforça o papel do sistema penitenciário como agente de transformação social, ampliando oportunidades de capacitação e trabalho digno.

Criado como programa de extensão do IFSP, o Saco Verde reutiliza lonas publicitárias para confeccionar sacolas destinadas ao armazenamento de materiais recicláveis. A estrutura do projeto envolve parcerias com a Prefeitura de Boituva, a Cooperativa Coopera Boituva e órgãos de fomento como o CNPq (Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico), além do desenvolvimento de aplicativos que otimizam rotas de coleta e monitoramento.

Com sua expansão para o sistema penitenciário, o modelo – que inicialmente capacitava costureiras e artesãs – passou a alcançar novos públicos e ambientes, consolidando-se como referência em inclusão produtiva. A experiência na Penitenciária de Iperó demonstra que soluções socioambientais podem ser potencializadas quando incorporam a mão de obra carcerária, possibilitando ao reeducando participar de ações de impacto social positivo.

O reconhecimento alcançado na COP 30 reforça a importância dessa participação: trata-se de privados de liberdade contribuindo para um projeto de notoriedade internacional, fortalecendo políticas públicas de gestão ambiental, ressocialização e desenvolvimento socioeconômico.

 

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06/01/2026
Foto ilustrativa

Parceria leva Saco Verde ao sistema prisional

Samuel Bruni - CEPRCENTRAL

A participação da Penitenciária de Iperó no Projeto Saco Verde tem se consolidado como um dos exemplos mais significativos de inclusão produtiva de pessoas privadas de liberdade no Estado de São Paulo. Por meio de parceria com o Instituto Federal de São Paulo (IFSP) – Campus Boituva – e a Funap, reeducandos da unidade passaram a integrar a linha de produção das sacolas confeccionadas a partir de banners descartados, destinadas à separação e incentivo à coleta de recicláveis.

A iniciativa, que atualmente resulta na produção de 200 unidades semanais, demonstra o potencial ressocializador do trabalho prisional, ao mesmo tempo em que contribui diretamente para a economia circular e para práticas sustentáveis já reconhecidas internacionalmente.

Embora o Projeto Saco Verde seja desenvolvido pelo IFSP e tenha obtido destaque na COP 30, o ponto central para o sistema prisional paulista é que pessoas privadas de liberdade estão participando ativamente de um projeto que alcançou reconhecimento global. Esse protagonismo dos reeducandos reforça o papel do sistema penitenciário como agente de transformação social, ampliando oportunidades de capacitação e trabalho digno.

Criado como programa de extensão do IFSP, o Saco Verde reutiliza lonas publicitárias para confeccionar sacolas destinadas ao armazenamento de materiais recicláveis. A estrutura do projeto envolve parcerias com a Prefeitura de Boituva, a Cooperativa Coopera Boituva e órgãos de fomento como o CNPq (Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico), além do desenvolvimento de aplicativos que otimizam rotas de coleta e monitoramento.

Com sua expansão para o sistema penitenciário, o modelo – que inicialmente capacitava costureiras e artesãs – passou a alcançar novos públicos e ambientes, consolidando-se como referência em inclusão produtiva. A experiência na Penitenciária de Iperó demonstra que soluções socioambientais podem ser potencializadas quando incorporam a mão de obra carcerária, possibilitando ao reeducando participar de ações de impacto social positivo.

O reconhecimento alcançado na COP 30 reforça a importância dessa participação: trata-se de privados de liberdade contribuindo para um projeto de notoriedade internacional, fortalecendo políticas públicas de gestão ambiental, ressocialização e desenvolvimento socioeconômico.

 

Saco Verde é apresentado na COP 30 e cresce em SP 

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