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20/10/23 | Assessoria de Imprensa - SAP  |  Compartilhe Facebook      Twitter      Whatsapp      Linkedin      Enviar por e-mail

Operação Mute é realizada em três unidades prisionais da SAP

O objetivo da ação do SENAPPEN é coibir a criminalidade, realizando a apreensão de ilícitos e contribuindo para a melhora do sistema de segurança pública

A Secretaria da Administração Penitenciária (SAP) participou da Operação Mute, desencadeada pela Secretaria Nacional de Políticas Penais (SENAPPEN) do Ministério da Justiça, que envolveu 23 estados da Federação e teve como objetivo localizar e retirar das unidades prisionais aparelhos celulares. Com isso, a operação visa coibir a criminalidade, em especial o crime organizado, e contribuir com ações para melhorar o sistema de segurança pública como um todo.

A Operação Mute consiste na realização de revistas em algumas unidades prisionais selecionadas. No Estado de São Paulo, elas foram executadas exclusivamente por Policiais Penais da SAP, com o uso do efetivo do Grupo de Intervenção Rápida (GIR) e da própria unidade. A ação ocorreu de forma detalhada para localizar e apreender qualquer tipo de material não permitido, com foco especial nos aparelhos celulares e mediante planejamento e técnicas próprias, respeitando os direitos e garantias individuais, assim como a dignidade dos custodiados.

A operação foi iniciada às 7h na última segunda-feira (16) na Penitenciária II "Desembargador Adriano Marrey" de Guarulhos, na Grande São Paulo. Na terça-feira (17) foi no Centro de Detenção Provisória "ASP Nayan Xavier Ribeiro" de Ribeirão Preto e na quarta-feira (18) foi encerrada às 12h no Centro de Detenção Provisória de Campinas.

Nos três dias de operação, ao todo, foram empregados 301 Policiais Penais da SAP e, no Estado de São Paulo, as atividades da operação foram acompanhadas presencialmente por um agente de execução penal da SENAPPEN.

Nas revistas realizadas não foram localizados nenhum aparelho celular. Contudo, foram localizados e apreendidos para as devidas providências legais 27 invólucros de maconha e 9 apetrechos denominados popularmente de “pererecas”, que servem para esquentar água.

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